2007/08 - Alunos do 1º ano; 2008/09 - 1º e 2º anos; 2010/11 - 4º ano
sexta-feira, 1 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Canta bem
No dia 22 de Janeiro fui ver-te
Youtube é o sítio que te encontro a cantar.
Cantar é bom
Ando a ver as tuas músicas
Rio quando te vejo a cantar bem
Raras vezes vou ao teu concerto.
És tu que cantas para a gente
Ir ao teu conserto é fixe
Ruas todas servem para chegar a ti
Ainda te vou conhecer melhor.
Rafael Ribeiro
segunda-feira, 14 de março de 2011
Hulk recuperado
Rafael Ribeiro
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
O velho e os pássaros
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Não sei trabalhar
Porque não gosto de escrever,
Às vezes dou muitos serros
E a minha letra é feia.
Eu não sei pintar
Porque faço riscos nas folhas
E não gosto de pintura
Porque penso na casa do meu avô
E faz-me pensar nele…
Ele está em Angola
E se calhar não vem na Páscoa.
Eu estou a aprender a ler
Porque estudo com a Joana
Ela é como se fosse minha mãe
Eu gostava pouco de ler
Mas agora gosto muito.
Eu gosto de Matemática
Porque quero aprender a dividir
E quero aprender as tabuadas.
Eu no colégio trabalho
Porque se lá não trabalhar
Recebo o merecido castigo.
Afinal há trabalho que sei fazer
Mas outro que quero aprender!
Rafael Ribeiro
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Não quero trabalhar
Porque sou bebé
Não tenho idade de bebé
Mas comportamentos... às vezes!
Desta vez tenho uma razão:
O meu fim-de-semana foi fixe
Porque tive uma festa
A festa do meu aniversário.
Na festa só havia adultos
Senti-me um bebé
Mas com 11 anos
Estou a ser um homem!
Gostei muito da festa
Comi muitas e boas coisas
Diverti-me até não poder mais
Por isso hoje estou cansado.
Rafael Ribeiro
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Alguém gosta de mim
Brincam comigo
Pensam em mim
Se zangam
Riem do que faço
Me obrigam a estudar
E mesmo a fazer poesia
Eu também gosto
De quem me ajuda
A fazer os TPC
A ler
A escrever
Em matemática
A crescer
Enfim... a aprender
Mas também gosto
De quem se zanga comigo
Para me obrigar a pensar
E pensando bem
Muitos gostam de mim
E eu gosto de muitas pessoas
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
A Minha Turma
Uma menina que eu gosto
Ruben é o meu amigo
Matemática eu gosto
A professora é fixe
Vivo para ajudar
Invento histórias bonitas
Narrativas conto aos amigos
Ter uma professora bonita
É a minha sorte
Eu gosto da professora
De manhã chego à sala
Olhos abertos e bem atento
Isto de aprender dá trabalho e
Sofrimento
Rafael Ribeiro
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Quem sou eu?
Ando a estudar
Fujo para S. Caetano
Ai… vou para a escola
Eu quero aprender mais
Longe desejo chegar!
Com os meus amigos
Ajudamos e
Rimos
Lembro-me muitas vezes de
Outras coisas a fazer
Saber é o meu desejo.
Risonho é a minha forma de ser
Irmão do Rodrigo
Brincalhão eu sou
Estudo muito... muito
Isto de aprender
Resulta, mas dá trabalho
Onde pensam que quero chegar?
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Reinvento de "O Segredo do Rio"
Uma vez um rapaz estava a tomar banho no rio quando encontrou um peixe que não tinha medo, em vez de fugir, aproximou-se, abria e fechava a boca, parecia falar. O Rafael pensou que o peixe queria ser seu amigo. Aproximou-se do peixe e disse:- Olá peixe, queres ser meu amigo?
- Olá menino, como te chamas?
- Chamo-me Rafael, e tu?
- Eu chamo-me Rodrigo. Vivo no rio com a minha família: o meu irmão, o Hugo, o pai e a mãe. Tenho dois amigos especiais: o Rodrigo e o Rafael.
- Eu também tenho uma família. Vivo com o meu irmão, o Daniel, o meu pai e a minha mãe. Somos uma família muito pobre.
- A tua família é pobre?
- Somos muito pobres. Nós não temos muita comida, apenas comemos sopa. Quando estamos doentes e os pais nos levam ao hospital, não têm dinheiro para comprar os medicamentos. E andamos muitas vezes doentes! A casa é velhinha e muito fria. Temos alguma roupa que nos é dada pelos vizinhos.
- Ó Rafael, tenho de ir embora, mas vou tentar descobrir uma forma de te ajudar. Podes aparecer aqui amanhã?
- Sim, à mesma hora?
- Sim... um bocadinho mais cedo.
Rafael Ribeiro
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Gonçalo Mendes da Maia
Organizar um pequeno texto individual
Actividade: pesquisa sobre a vida de Gonçalo Mendes Maia
Gonçalo Mendes da Maia nasceu na vila do Trastamires (actual cidade da Maia), junto à cidade do Porto.
D. Gonçalo pertencia à família dos Mendes, tendo como irmãos Soeiro Mendes e D. Paio Mendes.
Na sua juventude, tornou-se um dos maiores amigos do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques.
Gonçalo Mendes da Maia foi um comandante militar e um cavaleiro português. As muitas conquistas nos campos de batalha valeram-lhe o cognome de "O Lidador".
Segundo a lenda popular, no dia em que comemorava 95 anos, Gonçalo Mendes estava na frente de uma batalha, a Batalha de Ourique, contra os muçulmanos, que estava a correr mal para o lado português. De repente, ganhou renovado vigor e, juntando um grupo de combatentes, atacou o inimigo. Os muçulmanos ao verem um soldado envelhecido atacar com a força de um jovem, julgaram-se perante um acto mágico, o que lhes diminuiu o moral.
Assim, um dos maiores líderes muçulmanos decidiu enfrentar Gonçalo Mendes, na esperança de reconquistar o moral das suas tropas. Apesar de gravemente ferido, Gonçalo Mendes conseguiu derrotar o seu adversário, pois o exército muçulmano, sem líder, desorganizou-se, pelo que as tropas portuguesas conseguiram ganhar a batalha.
Depois da batalha, Gonçalo Mendes terá morrido devido aos ferimentos.
Inês Sofia Sobral e Silva
Carta em resposta ao convite
Olá meninos da turma 22 da Escola de Maximinos
Agradeço muito o convite que me enviaram. Pelo que dizem, Braga merece ser visitada. Apesar de trabalhar nessa cidade, não a conheço muito bem, principalmente no que toca à gastronomia. Depois do vosso convite vou estar mais atenta às belezas de Braga e aos pitéus de que me falaram.
Aproveito para vos convidar também a conhecer a cidade da Maia. A Maia é uma localidade muito antiga, mas só é cidade desde 1986. É uma cidade que está muito perto do Porto e, por isso, se diz que a Maia pertence ao Grande Porto. Em alguns montes da região existiram povoados da Idade do Ferro. Os romanos também deixaram aqui as marcas da sua ocupação.
A história desta terra também está ligada à fundação da nacionalidade. Alguns historiadores dizem que o príncipe Afonso Henriques foi educado na Maia, junto da família dos Mendes Maia, à qual pertenceu Gonçalo Mendes Maia, o “Lidador”, um herói maiato. Pesquisem sobre Gonçalo Mendes Maia para saberem mais sobre este fidalgo. Vão ver que descobrem coisas interessantes.
Quanto a monumentos, Maia não possui a riqueza da Braga, mas tem três muito antigos e bem conservados que até são monumentos nacionais: a Igreja da Águas Santas ou Igreja da Nossa Senhora do Ó. do século XII; o Mosteiro do Divino Salvador de Moreira, que é do ano 862; o Marco Miliário, que faz parte de uma série de oito marcos miliários da estrada que ligava Braga a Lisboa.
A Maia não tem praias, mas tem um grande parque e bastantes jardins. Há um rio que passa na Maia, o Rio Leça. Infelizmente é um rio muito poluído, pelo que não dá para dar uns mergulhos nos dias de calor. Quanto à gastronomia, o cabrito assado é um dos pratos típicos da Maia, bem como o bacalhau à Zé do Pipo.
Eu não nasci na Maia, nasci no Porto. Vim morar para a Vila da Maia há quase 30 anos. Repararam que disse “vila” da Maia? É que quando para cá vim morar ainda não era cidade.
O Aeroporto Internacional Francisco Sá Carneiro está situado na Maia e é também nesta cidade que existe o Jardim Zoológico do norte do país. É pequeno mas bem organizado. Vão gostar de o conhecer. Está a ser pensado um maior, mas vai demorar alguns anos a construir.
Ficaram com vontade de vir conhecer a Maia? Já não falta muito para cá virem. Até ao dia 18.
Antes de acabar esta carta (que já está bem grande), quero dizer-vos que gostei muito de vos ver trabalhar neste ano lectivo. Gostei também de ver que sabem comportar-se. Parabéns! Parabéns também à vossa professora e às estagiárias.
Um beijinho da
Fernanda Leopoldina Viana
domingo, 6 de junho de 2010
Convite
Dar a conhecer as particularidades da nossa cidade.
Actividade: Escrita colectiva de uma carta.
Olá professora Fernanda!
Gostaríamos de convidá-la para vir passar férias a Braga.
A nossa cidade é muito bonita! Tem monumentos, hotéis, parques naturais, até belas paisagens, que podemos observar.
Se aceitar o nosso convite poderá provar os nossos maravilhosos pratos: papas de sarrabulho, cozido à portuguesa, o bacalhau à Braga ou os nossos fidalguinhos.
No que diz respeito às pessoas, verá como são hospitaleiras, agradáveis e muito simpáticas.
Como as suas férias serão no Verão, poderá aproveitar o calor da cidade, refrescando-se na piscina ou nos rios e nas lagoas das redondezas.
Esperamos que aceite o nosso convite.
Um beijinho da turma 22 do 3º ano, da Escola EB 1 de Maximinos.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Cartas ao Pai Natal
relatar sentimentos sobre a época natalícia.
Actividade: diálogo sobre o Natal, definindo a função do Pai Natal, bem como as necessidades psicológicas e económicas de pessoas que não conhecemos;
escrita da carta ao gosto dos alunos;
reescrita depois de corrigida pela professora.
Nos sítios onde há pessoas pobres, eu queria que lhes desses prendas. A todos nós e aos ricos dá-lhes pouca coisa. Esses têm muito dinheiro. Eles deviam dar dinheiro aos mais pobres, por isso vou desejar este Natal, muito feliz, aos pobres.
Concede-me este desejo
Daniela Sofia
Pai Natal:
Como arranjas as renas e o trenó?
Queria saber como fazes a magia das renas? Como é que estás?
Pai Natal! Tu ajudas os pobres, os doentes, as pessoas que passam fome e aquelas que não têm dinheiro. Aqueles que não têm roupa, nem sapatos, nem casacos…também tentas ajudar.
Até sempre Pai Natal.
José Pedro Teixeira Gomes
Querido Pai Natal:
Eu desejava que este Natal desses prendas aos mais pobres de África e de todo o Mundo; hospitais, orfanatos e colégios. Também prometo portar-me bem todo o ano.
Gostaria de saber como consegues dar presentes em todos os países e como arranjas o trenó e as renas?
Feliz Natal
Daniela Luísa
Querido Pai Natal:
Eu gostava de te ver, mas tu estás sempre a dar presentes aos meninos e meninas quando eles estão a dormir à noite. Depois vais para o orfanato.
Tu és muito querido Pai Natal. Eu gostava de te ver, nem que fosse uma vez.
Eu quero que tu, um dia, entres pela janela, assim poderia pedir um desejo.
Sara Catarina Ferreira
Pai Natal:
Gostaria que fosses à minha casa para comeres alguns doces de Natal; rabanadas, bacalhau e biscoitos de Natal.
Ó Pai Natal, podes dar presentes aos pobres? Podes dar comida, dinheiro e uma casa?
Pai Natal! Ajuda a sorrir os pobres e os meninos para brincarem mais felizes.
Pai Natal! Ajuda-me a ser bom aluno e bem comportado!
Teu amigo
Rui Manuel Ramos
Querido Pai Natal:
Olá Pai Natal estás bom?
Eu chamo-me André Xia.
Posso passear contigo?
Eu gostava de ir à praia. Nunca lá fui! Tu trazes a tua lancha?
Eu sei que és amigo de toda a gente.
Concede-me o meu desejo.
Até sempre, Pai Natal
André Xia
Querido Pai Natal:
Eu queria que todas as pessoas festejassem o Natal. Que as pessoas montassem o pinheiro de natal e o presépio.
Que tu trouxesses brinquedos aos que não têm nada. Que tragas comida também. Também quero que em todas as cidades haja enfeites de Natal; nos prédios e nas ruas. Que houvesse pinheiros em todo o lado.
Marco António
Querido Pai Natal:
Eu queria que os meninos e meninas que vivem em orfanatos fossem mais felizes.
Eu tenho dois meninos na minha sala que são do orfanato. Um, está longe do seu avô, tem muita saudades dele e, às vezes, bate nos colegas, enquanto que o outro não se importa com nada…
Eu queria que este Natal fosse feliz para estes os dois e também para toda a gente do Mundo.
Muitos beijos
Bárbara
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
elaborar um relatório experimental.
Actividades: Relato elaborado por alguns alunos da turma, individualmente e sequenciado, no computador da sala de aula.
Construção colectiva de um relatória sobre a experiência "A Rolha Saltitona"
Um Dia Inesquecível
No Dia da Ciência, 24 de Novembro, nós fomos participar em muitas experiências e vimos um filme sobre o esqueleto humano. Estas actividades aconteceram na nossa escola, EB1 de Maximinos.
As experiências foram: a rolha saltitona; a garrafa fumadora; como é o mundo (no globo) e vimos a posição do Sol em relação aos outros planetas no Sistema Solar; a acidez do suco gástrico, observamos as nervuras de uma folha na lupa binocular, descobre o meu sabor, onde se tinha que descobrir os diferentes sabores e o osso de borracha (o osso ficou mole e maleável depois de estar uma semana em vinagre). Nesta última experiência foram precisos um taparwer, um osso de frango, água, papel higiénico e vinagre. Estas experiências decorreram na biblioteca e na sala dos professores.
As experiências da garrafa fumadora e da rolha saltitona estavam lá fora, no recreio e foram orientadas pela nossa professora Cátia, de Ciências e pela educadora Susana, respectivamente.
Alguns meninos e meninas orientaram as experiências; eram três alunos de cada turma, em cada experiência.
O Frederico, a Erika e a Soraia sentiram-se muito confiantes na orientação dos outros colegas da escola.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Visita ao Parque Biológico de Gaia
Actividades: Escrever um texto colectivo a partir de experiências vividas.
Foi no dia 7 de Maio que nós fomos ao Parque Biológico de Gaia. O tempo estava nublado e um pouco fresco. Foram as professoras que nos levaram. Um autocarro enviado da Câmara Municipal de Braga veio buscar-nos à escola. 
A intenção desta visita foi aprofundar os conhecimentos que aprendemos na escola.
Durante o caminho, nós pensávamos que íamos encontrar os animais presos na jaula, mas tal não aconteceu!
Quando lá chegámos recomendaram-nos que falássemos baixo, que não déssemos de comer aos animais e que não arrancássemos plantas.
Entrados no parque ficámos admirados com o espaço natural e livre que os animais têm para viver. Também nunca vimos tantas espécies de animais selvagens, sobretudo pássaros.

Tentámos fazer pouco ruído, mas às vezes, esquecíamos. Almoçamos no parque das merendas, deliciámos um belo gelado e, no fim, fomos brincar.
Gostámos das águias pela imponência do voo, das lontras porque são engraçadas, do texugo por ser gordo, da vaca por ser grande e comilona, do esquilo por ser pequeno e rápido, do mocho pelos seus olhos cor-de-laranja e do toirão que tem um aspecto fofinho.
Tivemos pena de não ter visto os javalis, já era tarde e eles estavam mais distantes.
Podemos dize-ser que esta visita excedeu as nossas expectativas. Gostámos muito e esperamos fazer mais visitas deste género.

Os gamos
O toirão
A nossa peça de teatro "Menina do Mar"
Actividade: Produção de um texto colectivo sobre o teatro representado pelos alunos da turma à comunidade educativa.
Na terça-feira, dia 28 de Abril nós representámos a peça da Menina do Mar. Esta peça realizou-se no Auditório do Galécia, em Maximinos, às 17h e 30 min.Fomos para o auditório com as nossas professoras; Catarina, Clara e Maria José.
Nós sentimo-nos muito felizes, contentes e ansiosos. Os nossos familiares e amigos foram
Guião para o teatro "Menina do Mar"
Actividade: Produzir um guião colectivamente introduzindo canções.
Cena I
(O palco está decorado com elementos marinhos. O cenário retrata a casa branca e os rochedos.)
Eu vou contar!
Eu vou contar!
Eu vou contar!
A história de uma menina
Que já todos vós conheceis,
É a "Menina do Mar"
Onde todos os peixes são reis!
Encontrou ela certa vez
Um menino bem cortês
Era da Terra, era humano
Mas o mar era seu "mano".
Menino: - Que lindo dia de Sol! E que lindo mar! Eu só queria ser um peixe para nadar para longe e ir bem lá ao fundo… sem me afogar! (brinca e salta na areia)
Menino: - Mas o que é isto? (ouvem-se gargalhadas da menina, do polvo, do caranguejo e do peixe)
Menino: - UAU! Que estranho! Que lindo! Tenho de falar com ela! (jogo do cabo de mar entre o menino e os animais na disputa da menina. Os animais caem e ficam no chão enquanto a menina e o rapazito conversam)
Menina: - Larga-me, Larga-me!
Menino: - Não tenhas medo não te faço mal!
Menina: - Fazes sim! Vais-me fritar!
Menino: - Juro que não vos faço mal! Só quero ser vosso amigo! Fala-me de ti!
Menina: - Uma gaivota trouxe-me no bico e deixou-me em cima de uma rocha. O Polvo, o caranguejo a partir daí tomam conta de mim. São meus amigos! Agora, se és meu amigo deixa-me voltar!
Menino: - Amanhã voltas?
Menina: - Sim!
Menino: - Prometes?
Menina: - Sim!
Logo no dia seguinte
Chegou ele bem cedinho
E cortou para a menina
Uma rosa no caminho.
- Ai que linda.
- Ai! Um espinho!
Trocaram belas palavras
De amor e amizade.
Entre o Mar e a Terra
Viram as diferenças e as igualdades!
A seguir trouxe o fogo,
Que era um Sol pequenino,
mas se se deixa crescer,
Causa dor… é mau! (sopram)
Quase estava convencida
a abandonar o mar
quando o vinho ele lhe trouxe
e lho deu a provar!
Menina: - Que alegre! Que maravilha! Quero conhecer a terra!
O polvo, caranguejo e peixe em coro; - E a grande Raia?
Peixe: - Não vai gostar nada de saber que vais sair do mar!
Caranguejo: Quem vai dançar para ela?
Polvo: - E quem segura a sua fúria?
Grande Raia (Só se ouve uma voz): - Se tentar fugir, o meu exército de polvos atacará! Nunca mais se vão ver outra vez, vou mandar a menina para uma ilha distante e deserta onde nunca ninguém a encontrará!
(Afastam-se, corre o menino para um lado do palco e a menina e os seus amigos para o outro lado do palco)
Cena II
(cenário do fundo do mar)
Rei dos Mares: Chamem a Menina do Mar para dançar para mim! (A menina senta-se no chão a chorar)
Rei dos mares: - Que se passa?
Menina: A Grande Raia … (e chora)
Peixe: Afastou-a do menino da Terra!
Caranguejo: Nunca mais o pode ver!
Polvo: Ele é humano e no mar afoga-se mas sem ele, ela fica muito triste, e não consegue dançar!
Rei dos Mares: Tragam o Menino da Terra para o mar. Levem-lhe esta poção de anémonas para que possa respirar debaixo de água como um de nós!
(Passa a gaivota para um lado do palco e chega o menino com um golfinho do outro lado do palco)
E assim acabou
Tão bela história de amor
Seja da Terra ou do Mar
O que importa é gostar!
Personagens da história:
Menina
Menino
Polvo
Peixe
Caranguejo
Rei dos Mares
Narrador
Grande Raia
Golfinho
Gaivota
Outras personagens – estrelas e búzios
segunda-feira, 23 de março de 2009
O Sapateiro e os Anões
Há muitos anos atrás havia numa cidade um sapateiro muito pobre que vivia com a sua mulher. Eles trabalhavam muito mas o negócio não corria bem.
A certa altura não tinham comida nem dinheiro e só lhes restava um pedacinho de cabedal, que o sapateiro cortou em pedaços para fazer sapatos.
À noite foi-se deitar e quando acordou estava em cima da mesa um par de sapatos brilhantes.
A mulher perguntou ao sapateiro quem os tinha feito, mas ele não soube responder.
Rapidamente o sapateiro vendeu os sapatos e com o dinheiro que recebeu foi comprar mais cabedal e a sua mulher foi comprar comida.
No final do dia o sapateiro cortou cabedal para dois pares de sapatos, comeu e foi-se deitar.
No dia seguinte, estavam na mesa dois belos pares de sapatos que ele vendeu por duas moedas.
Com este dinheiro comprou mais cabedal e mais comida.
Durante vários dias acontecia a mesma coisa. Ele deixava os pares de sapato cortados e apareciam feitos no dia seguinte.
Certo dia o sapateiro e a mulher esconderam-se para descobrir quem fazia os sapatos durante a noite.
Quando já tinham adormecido, o relógio deu doze badaladas e eles acordaram. Ficaram admirados. Quem fazia os sapatos eram dois pequeninos anões, que não tinham roupa.
Para lhes agradecer a mulher do sapateiro fez-lhes um par de calças e uma camisola de lã e o sapateiro fez-lhes um par de sapatos de cabedal.
Quando um dia o relógio deu as doze badaladas, os anões viram os presentes, vestiram-se, calçaram-se e foram embora, todos contentes.
Com a ajuda destes pequeninos anões, o sapateiro e a mulher enriqueceram. Nunca mais lhes faltou nada e foram muito felizes.
1 - Identificar ideias principais.


2 - Inferir relações.


3 - Responder afectivamente/Apreciar/Criticar.

4 - Raciocinar/Criticar.

sábado, 14 de março de 2009
O Sapateiro e os Anões
Actividades: Interpretação oral da história "O Sapateiro e os Anões", de António Mota; Leitura dialogada; Construção de uma nova história a partir da explorada; Preenchimento de uma guia de leitura (avaliação da leitura).
1ª versão
| O sapateiro e os a... |
Há muitos anos atrás havia numa cidade um sapateiro muito pobre que vivia com a sua mulher. Eles trabalhavam muito mas o negócio não corria bem.
A certa altura não tinham comida nem dinheiro e só lhes restava um pedacinho de cabedal, que o sapateiro cortou em pedaços para fazer sapatos.
À noite foi-se deitar e quando acordou estava em cima da mesa um par de sapatos brilhantes.
A mulher perguntou ao sapateiro quem os tinha feito, mas ele não soube responder.
Rapidamente o sapateiro vendeu os sapatos e com o dinheiro que recebeu foi comprar mais cabedal e a sua mulher foi comprar comida.
No final do dia o sapateiro cortou cabedal para dois pares de sapatos, comeu e foi-se deitar.
No dia seguinte, estavam na mesa dois belos pares de sapatos que ele vendeu por duas moedas.
Com este dinheiro comprou mais cabedal e mais comida.
Durante vários dias acontecia a mesma coisa. Ele deixava os pares de sapato cortados e apareciam feitos no dia seguinte.
Certo dia o sapateiro e a mulher esconderam-se para descobrir quem fazia os sapatos durante a noite.
Quando já tinham adormecido, o relógio deu doze badaladas e eles acordaram. Ficaram admirados. Quem fazia os sapatos eram dois pequeninos anões, que não tinham roupa.
Para lhes agradecer a mulher do sapateiro fez-lhes um par de calças e uma camisola de lã e o sapateiro fez-lhes um par de sapatos de cabedal.
Quando um dia o relógio deu as doze badaladas, os anões viram os presentes, vestiram-se, calçaram-se e foram embora, todos contentes.
Com a ajuda destes pequeninos anões, o sapateiro e a mulher enriqueceram. Nunca mais lhes faltou nada e foram muito felizes.
Inês Sobral
2ª versão
Há muito tempo atrás existia um sapateiro muito pobre casado com uma mulher também pobre. Apesar de trabalharem muito o negócio não lhes corria bem.Certo dia, a mulher pôs-se a chorar, porque não tinham dinheiro nem para o negócio nem para comer.À noite foram para a cama sem comer nada. De manhã, tinham um par de sapatos em cima da banca. Isto aconteceu todos os dias.
Até que um dia, a casal resolveu esconder-se atrás do relógio de pêndulo na sala e, à meia-noite, apareceram anões despidos, mais pequenos que o dedo mindinho. Eles trabalharam toda a noite a fazer os sapatos.
O sapateiro e a mulher resolveram fazer-lhes roupa e sapatos. Os anões, na noite seguinte vestiram a roupa e calçaram os sapatos, ficando muito contentes.
O casal ficou rico, passou a viver numa casa com jardim e com animais de companhia.
A partir daí viveram sempre felizes.
Beatriz Borges Cunha
FICHA DE LEITURA
Título do conto: _____________________________________________
Autor: _____________________________________________________
Conteúdo
1. Quais as personagens intervenientes na história?
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2. Faz a caracterização do sapateiro.
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3. Situa a acção no espaço.
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4. Quem ajudou o sapateiro?
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5. Por que razão faziam fila, as pessoas, à porta do sapateiro?
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6. Como agradeceram o sapateiro e a mulher a ajuda prestada?
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7. Onde e com quem ficou a viver o sapateiro?
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Data: ____________________________________________________
Nome:_____________________________________________________


