segunda-feira, 3 de março de 2008

As Plantas da Nossa Sala

Competência: Praticar textos escritos, em grupo, com a professora, e integrá-los em circuitos comunicativos.
Actividade: Construir o texto sobre o estado dos vegetais semeados na turma.

Em Fevereiro, a turma 22 semeou favas, ervilhas, milho e feijões.
Nesse dia, fizemos pequenos grupos de alunos e cada grupo semeou sementes diferentes. Elas, até hoje, cresceram muito. Só o milho é que está pequeno.
Começaram a ter raízes, nasceram muitas folhas e estão muito verdes.
Um dia, irão dar flores, frutos para comermos ou semearmos de novo.















Uns tempos depois... no dia 19 de Maio...

O fajoeiro da nossa sala já tem feijões. Os feijões estão nas vagens.

No outro vaso, as favas só têm flor.


As plantas da nossa sala são completas porque dão raiz, caule, folha, flor e fruto.

Queres saber mais? ...Sim .......Não

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

A Lebre e a Tartaruga

Competência: Produzir textos escritos por iniciativa própria, a partir de palavras ou de imagens.
Actividade: Escrever frases de acordo com as gravuras de "A Lebre e a Tartaruga".


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sexta-feira, 2 de novembro de 2007

O Pirata e a Princesa

Competência: Contar histórias; descobrir elementos comuns a várias palavras.
Actividade: Ouvir, contar e ilustrar a história "O Pirata e a Princesa". Identificar elementos comuns a várias palavras.
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Há muitos, muitos anos, contam os piratas, que há um tesouro escondido na misteriosa ilha das palmeiras.
Na segunda-feira, o pirata Perna de Pau chegou à ilha. Fez buracos aqui e ali com a sua , mas não encontrou uma só moeda de ouro.

Na terça-feira pela manhã, quando olhava o mar, viu que se aproximava num barco a princesa Lucília.
- Bons dias, pirata Perna de Pau. Vim buscar o tesouro escondido.
- Bons dias, Lucília. Se quiseres, podemos trabalhar juntos e repartir o tesouro quando o encontrarmos – disse o pirata.

- Parece-me um bom acordo – respondeu a princesa.
Na quarta-feira escavaram e escavaram sem encontrar o tesouro. Como tinam fome, decidiram comer alguns cocos, mas o pirata Perna de Pau não sabia trepar às palmeiras.
- Não te preocupes, eu ensino-te – disse Lucília, dando uma ajuda.
Os dois divertiram-se subindo e descendo das palmeiras e comendo cocos.

Na quinta-feira voltaram a procurar o tesouro. Ao chegar a noite, o pirata olhou as estrelas com a sua luneta.
- Como se chama aquela que brilha tanto? – perguntou-lhe a princesa.
Perna de Pau ensinou-lhe o nome de muitas estrelas e contou-lhe histórias sobre elas. Juntos desfrutaram o céu estrelado.

Na sexta-feira procuram de novo o tesouro. Depois de lanchar, a princesa foi buscar os livros que tinha trazido no barco e começou a lê-los em voz alta.
- Por favor, lê outra vez esse tão divertido do duende irrequieto – pediu-lhe Perna de Pau.
E passaram a tarde encantados com os contos de Lucília.

No sábado voltaram a escavar com as pás sem encontrar o tesouro. Depois do jantar, Perna de Pau contou lindas canções de piratas.
- Que voz tão bonita que tens! – disse-lhe Lucília. – Gostava que me ensinasses as tuas canções.
E passaram grande parte da noite a rir e a cantar.

No domingo, Lucília e Perna de Pau não voltaram a procurar o tesouro. Decidiram ficar na ilha, porque se tinham apaixonado.
- Temos as estrelas, as palmeiras, os meus livros e as tuas canções para nos divertirmos – disse a princesa.
- Não precisamos de moedas de ouro para ser felizes – acrescentou o pirata.

Ilustração: Gonçalo